Abandonar é a palavra, vingança não tem lugar tão perto dela
Não posso achar conforto neste mundo
Lágrima artificial, vaso apunhalado, o próximo, voluntários
Vulnerável, sabedoria não pode aderir

Um ocioso acha um lar e um sonho para ter
Mas há uma armadilha no sol, imortalidade

Tão privilegiado quanto uma prostituta, vítimas em demanda para espetáculo público
Varrido para fora pelas rachas em baixo da porta
Mais santo que tu, como? Rendido, executado de qualquer maneira
Rabisco dissolvido, caixa de cigarros no chão

Um ocioso acha lar e um sonho para ter
Mas há uma armadilha no sol
Imortalidade

Eu não posso parar o pensamento,
Estou correndo na escuridão
Surgindo uma seta de direção
Todos os ociosos bons têm que decidir

Despojado e vendido, mãe, antebraço leiloado
E espanadores na pia
Ociosos mudam, não conseguem parar por muito tempo
Alguns apenas morrem para viver

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