Composição: Mana
Uma viga de luz palida ilumina a cruz
Uma barreira da companhia oxidada no vento melancolico
Unido com o hino sagrado que penetra minha maldita alma
Eu pararei para tomar minha excencia
A luz da esperança esta manchada com mentiras
Pela completa gloria que alcancei com o tempo eu subo
Ah, este elogio de bobagens para a heresia!
Permita-a refletir
Ecoa no extremo do mundo
Florecendo em profusão
Esta noite tire toda a falsidade e me mostre
A prova de tua realidade, diante dos meus olhos, agora...
O mal reflete flutuando nas chamas
E sim, elas apagavam as sombras, tirando-as fora
Agora, entre a iluminação da colheita
Pela completa gloria que alcancei com o tempo eu subo
Ah, este elogio de bobagens para a heresia!
Permita-a refletir
Ecoa no extremo do mundo
Florecendo em profusão
Esta noite tire toda a falsidade e me mostre
A prova de tua realidade, diante dos meus olhos, agora...
Sim, isto é magnifico
O sagrado Dixanadu
Beije aqui entre os teus espinhos de amor
Molhados no pecado mais profundo
Você nao precisa falar
Mas para subir ao mundo supremo
Suba sobre os milhares de cadaveres vermelhos