Sangue Atlante

Aishajambo

O mar me chama e eu digo que vou
Madrugada inebriada eu vou
Não importa o frio nem a serração
O mar me chama do meu coração
O mar e eu somos um só
Um ser vivente e uma só mente
Estamos unidos por laços transcendentais
Mesma fúria, mesmo amor, mesma dor e mais...

Não adianta tapar o ouvido apagar a luz
Acordado ou dormindo essa voz que sempre me seduz
Olho meus olhos no espelho vejo a onda quebrar
Em milhões de pedaços sete anos de azar
Em milhões de pedaços...

Na certa um sangue atlante corre nas minhas veias
Minha pele se arrepia em noites de lua cheia
Quando o vento do mar soprou meus cabelos trançados
E ainda grudados pelo sal

Na certa um sangue atlante corre nas minhas veias
Minha pele se arrepia em noites de lua cheia
Quando o vento do mar soprou meus cabelos trançados
E ainda grudados pelo sal


Composição: Eduardo Barbosa
Enviada por _|lala|_
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